Foto: Reprodução
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Funcionários de um frigorífico da região de Tangará da Serra são submetidos diariamente a se despirem na frente dos colegas no início e final do expediente. Diante disso, a juíza da 1ª Vara do Trabalho, Deizimar Mendonça Oliveira, determinou fiscalização por parte da Justiça do Trabalho.
A magistrada teve conhecimento do caso em processos judiciais nos quais os trabalhadores reivindicavam pagamento de hora-extra pelo tempo gasto para vestirem os uniformes. A juíza se disse surpreendida pelos relatos das testemunhas.
Conforme os depoimentos, até os representantes do frigorífico são obrigados a enfrentar o constrangimento de ficarem nus na frente dos colegas de trabalho. A determinação era realizada tanto no vestiário feminino quanto no masculino e os funcionários ficavam em fila para retirar o uniforme e aguardar o momento de se vestir.