Oferecimento:
Menu

Publicidade
LOPES
TAXI
Z CENTER AUTO PEÇAS
COMERCIAL  BOA ESPERANÇA
LUANA DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS
OMEGA
LABORATÓRIO BIO CLIN
SEMACON

Colunistas
Juízos apressados

Enquete

Para 2015 qual dos cursos do Polo UAB você gostaria de receber?



 Administração Pública
 Biblioteconomia
 Ciências Naturais e Matemática
 Ciências Naturais Ensino Básico




Links

FaceBook



Tempo
Publicidade
CASA BELA
Inviolavel
WIZARD
Sindicato Rural
DETETIZADORA
GRUPO KRUPINSK
AJES
RICO
Noticias
ROCKENBACH
Defesa de dona do Rural chama de 'heresia' condenação por lavagem
   13/09/2012 - 00:21:54
Fonte: TERRA/ Fernando Diniz Direto de Brasília   


O advogado de Kátia Rabello, José Carlos Dias, chamou de "heresia" a interpretação dada pelos ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski sobre o crime de lavagem de dinheiro por réus do Banco Rural. Dias defende que sua cliente não pode ser condenada por lavagem, já que as irregularidades estariam previstas no crime de gestão fraudulenta, pelo qual a dona do banco já foi condenada.

 

"É uma heresia essa interpretação de ter havido condenação por lavagem por atos que já estão incluídos na gestão fraudulenta", disse Dias na saída da sessão desta quarta-feira. No entanto, os ministros entenderam durante o julgamento que as acusações por lavagem e gestão se referem a fatos distintos.

 

 Após ser condenada por gestão fraudulenta, Kátia Rabello tem dois votos pela condenação também por lavagem de dinheiro. O primeiro crime tem pena mínima de três anos e máxima de 12, e o segundo varia entre três a dez anos. Acima de oito anos, o cumprimento da pena passa a ser fechado.

 

O mensalão do PT
 Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40 suspeitos de envolvimento no suposto esquema denunciado em 2005 pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Após o escândalo, o deputado federal José Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos públicos até 2015.

 

No relatório da denúncia, a Procuradoria-Geral da República apontou como operadores do núcleo central do esquema José Dirceu, o ex-deputado e ex- presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, e o ex- secretário-geral Silvio Pereira. Todos foram denunciados por formação de quadrilha. Dirceu, Genoino e Delúbio respondem ainda por corrupção ativa.

 

Em 2008, Sílvio Pereira assinou acordo com a Procuradoria-Geral da República para não ser mais processado no inquérito sobre o caso. Com isso, ele teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em até três anos e deixou de ser um dos 40 réus. José Janene, ex-deputado do PP, morreu em 2010 e também deixou de figurar na denúncia.

 

O relator apontou também que o núcleo publicitário-financeiro do suposto esquema era composto pelo empresário Marcos Valério e seus sócios (Ramon Cardoso, Cristiano Paz e Rogério Tolentino), além das funcionárias da agência SMP&B Simone Vasconcelos e Geiza Dias. Eles respondem por pelo menos três crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

 

A então presidente do Banco Rural Kátia Rabello e os diretores José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório foram denunciados por formação de quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. O publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes, respondem a ações penais por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O ex-ministro da Secretaria de Comunicação (Secom) Luiz Gushiken é processado por peculato. O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi denunciado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

 

O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) responde a processo por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia inclui ainda parlamentares do PP, PR (ex-PL), PTB e PMDB. Entre eles o próprio delator, Roberto Jefferson.

 

Em julho de 2011, a Procuradoria-Geral da República, nas alegações finais do processo, pediu que o STF condenasse 36 dos 38 réus restantes. Ficaram de fora o ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken e do irmão do ex-tesoureiro do Partido Liberal (PL) Jacinto Lamas, Antônio Lamas, ambos por falta de provas.





Imprimir Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Orkut

IPE
Grafica
Comentários:


  Nome: Oscar Pereira de Barros         Email: almeria.monaco@gmail.com

Comentário: Prezado José Carlos Dias; Chamar de heresia é ate muito delicado de sua parte, se não vejamos: O BC. Rural é uma instituição privada e, como tal pode se der ao 'luxo' de realizar transações diferenciadas (mesmo que atípicas) para cada cliente, levando em consideração apenas o 'marketing' desejado. Quanto á mencionar que o 'empréstimo' feito aos clientes seria 'faccioso', somente o B. Central seria capaz de constatar, bem como o de verificar se houve ou não 'gestão temerária'. Tudo indica na condenação por 'lavagem de dinheiro', que os fundos realmente existiram e, como tal, tiveram origem na tesouraria do Banco Rural. Caso o B. Central confirmasse temeridade com o empréstimo realizado, recomendaria '(aumento de provisões para clientes duvidosos') apenas e tão somente. Talvez aplicasse uma multa pecuniária. Não vi em nenhum momento mencionarem o B. Central como sendo o correto agente regulador do setor financeiro brasileiro. Penso que se o S.T. F vier a julgar transações financeiras entre entidades privadas em detrimento ao B. Central, por uma questão de 'isonomia', deverá dar á todos nós cidadãos eleitores e contribuintes, a mesma oportunidade de analisarem nossas pendências e querelas com as instituições financeiras. Não seria possível . Ass. Oscar Pereira de Barros



TERMOS E CONDIÇÕES DE USO
Nome:
Email:
Endereço:
Comentário:

TopNews - Aqui você tem mais conteúdo!, Todos os Direitos Reservados. Copyright 2010 - 2014 - Desenvolvido por: NIVELDIGITAL