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Ação da Rota acaba em tiroteio e 9 mortos
Polícia recebe denúncia anônima sobre julgamento de estuprador e invade chácara na região de Jundiaí
   13/09/2012 - 01:23:28
Fonte: Aline Pagnan e Michele Stella/Agência BOM DIA   


Nove homens foram mortos durante operação da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), nesta terça-feira à tarde, em uma chácara na Rua Cambará, no Sítio São José, em Várzea Paulista, a 52 quilômetros de São Paulo. Outros oito homens foram presos pela tropa de elite da Polícia Militar no local.

 

O serviço de inteligência da PM recebeu uma denúncia anônima de que no local haveria o julgamento de um estuprador por integrantes da facção criminosa PCC.

 

Dois pelotões da Rota, com 45 policiais em dez viaturas, chegaram à cidade por volta de 16h30. Quando notaram a presença da polícia, alguns bandidos tentaram fugir em dois carros. Dois deles foram mortos a menos de 200 metros da porta da chácara e um outro comparsa acabou preso. Segundo a PM, eles teriam disparado contra os oficiais e não obedeceram a ordem de parada.

 

Já outros quatro homens, em um outro carro, conseguiram fugir do cerco e foram perseguidos. A pouco mais de 1,5 quilômetro da chácara acabaram batendo o veículo em uma árvore e, ainda segundo a versão dos policiais, desceram atirando contra os oficiais da Rota. Dois foram mortos na hora e outros dois presos.

 

Enquanto isso, na chácara, quem ficou também atirou contra a Rota, novamente segundo o relato dos policiais. Cinco foram detidos e cinco morreram.

 

“As informações que nos chegaram mostram que, entre os mortos, estava o estuprador. Tudo indica que os criminosos o executaram”, disse, nesta terça à noite ao DIÁRIO, o coronel Roberval Ferreira França, comandante da PM.

 

Os nove homens baleados foram levados para o Hospital da Cidade, em Várzea. Dos mortos, seis foram identificados. Todos possuem passagens pela polícia, segundo informou, em nota, a Secretaria Estadual da Segurança Pública. Os nomes e as idades de cada um não foram divulgados pelo comando da corporação até o fechamento desta edição.

 

Explosivo/ Uma viatura do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) esteve na chácara nesta terça onde ocorreu a troca de tiros para retirar granadas e dinamites encontradas no imóvel de alto padrão. Por volta das 20h30, os presos foram retirados do local nos camburões da PM e, só então, a Perícia Técnica chegou ao local. Os delegados Marcel Fehr, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Jundiaí, e seu assistente, Elias Ribeiro Evangelista Júnior, estiveram no local para iniciar as investigações, mas não quiseram dar detalhes aos jornalistas, que ficaram do lado de fora do imóvel.

 

Ao todo, foram apreendidos duas espingardas calibre 12, uma metralhadora, sete pistolas, quatro revólveres, cinco veículos, todos roubados, e 20 quilos de maconha que estavam dentro de uma geladeira. Segundo a polícia, a chácara pertence a um candidato a vereador.

 

Moradores de bairro pacato têm tarde de terror em meio a balas


O barulho de tiros durante pelo menos 40 minutos interrompeu o marasmo da Rua Cambará, no Sítio São José, em Várzea Paulista, na tarde desta terça. Segundo a aposentada Orides Campos Santos, de 75 anos, os disparos começaram por volta das 17h. “Eu estava no quintal. A primeira reação foi colocar os netos para dentro de casa e fechar as portas e janelas”, contou.



Formado principalmente, por chácaras e casas de alto padrão, o Sítio São José é um bairro relativamente novo. A Rua Cambará, uma via sem saída, é dividida entre empresas, pequenas chácaras e muitas casas em construção.

 

Sandra Gadioli, de 42 anos, estava sozinha com o filho de 3 anos no momento do confronto entre policiais e bandidos. “Liguei para meus irmãos que moram perto e eles vieram me buscar. Hoje vou dormir fora por segurança”, disse.

 

Para a dona de casa Marli Souza, de 32, a ação da Rota “foi coisa de televisão”. “É assustador ver tantas viaturas assim.”

 

Entrevista
Roberval França_comandante da PM



Vítima de estupro acompanhou julgamento

 

DIÁRIO_ Que informação a PM recebeu de início?
ROBERVAL FRANÇA
_ No meio da tarde recebemos um denúncia de que haveria um tribunal do crime em Várzea Paulista. Seria uma quadrilha numerosa e julgariam um estuprador. Várias equipes da Rota foram para o local e tentavam localizar a chácara. A missão era preservar vidas e por isso era preciso agir rápido.

 

E a Polícia Militar confirmou que realmente haveria o tribunal do crime?
O tribunal do crime foi confirmado. Inclusive fomos surpreendidos com a informação de que a vítima do estupro, uma garota de 12 anos, sua mãe e o irmão dela, também criança, estavam presentes na chácara. Eles confirmaram que assistiram ao julgamento.

 

E qual foi a definição dos bandidos?
Decidiram que o estuprador deveria morrer. Até mandaram que a mãe e as duas crianças saíssem da chácara.

 

O estuprador morreu. Ele entrou em confronto com a polícia também ou foi assassinado pelos integrantes do tribunal do crime?
Tudo indica que ele foi morto pelos criminosos.

 

A ação da Rota foi legítima?
A existência do tribunal do crime, com a presença da própria vítima do estupro, o arsenal e drogas encontrados e o fato de que em três situações houve presos ilesos indicam que sim.





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