Oferecimento:
Menu

Publicidade
INFOMAQ
NOMA
Z CENTER AUTO PEÇAS
CAMPO E LAVOURA
LUANA DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS
LABORATÓRIO BIO CLIN
COMERCIAL  BOA ESPERANÇA
SEMACON

Enquete

Na sua opinião qual é a maior imprudência causadora de acidente no trânsito?



 Alta Velocidade
 Falta de Atenção
 Embriaguez ao Volante
 Falta de sinalização




Links

FaceBook



Tempo
Publicidade
AJES
GRUPO KRUPINSK
RICO
LOPES SUPERMERCADOS
Inviolavel
WIZARD
Sindicato Rural
Noticias
ROCKENBACH
Impactos de hidrelétricas são avaliados por membros do MPE, MPF e especialistas
   15/12/2011 - 05:45:15
Fonte: Da Assessoria   


Atualmente, existem 44 empreendimentos hidrelétricos e mais 82 previstos para serem construídos na Bacia do Alto Paraguai, que compreende os rios que formam a planície do Pantanal. Para discutir as consequências que essas construções geram ao meio ambiente, o Ministério Público Estadual (MPE) promoveu o seminário "os impactos dos empreendimentos hidroelétricos na Bacia do Alto Paraguai", nesta terça-feira (13), em Cáceres. Durante o evento, foi elaborada a "Carta de Cáceres", que tem como objetivo traçar uma diretriz sobre o posicionamento da sociedade e do MP frente à implantação dos empreendimentos.

"Essas construções influenciam diretamente uma das mais importantes planícies inundáveis do planeta, que cobre 140 mil quilômetros quadrados em território brasileiro, além de importantes áreas na Bolívia e no Paraguai. As alterações ambientais causadas por essas construções tem impactos sobre a dinâmica ecológica do Pantanal e, por conseguinte, sobre a cultura dos povos pantaneiros", consta em um dos trechos.

No documento também é destacado que "cerca de 70% do potencial hidrelétrico da Bacia do Alto Paraguai já está sendo utilizado pelos empreendimentos existentes e os outros 30% não corresponderiam a 1% da produção de energia para o país num horizonte de 10 anos, dever-se-ia avaliar a real necessidade de um aproveitamento total em detrimento da conservação do bioma".

Entre as reivindicações que constam na carta estão a suspensão do licenciamento pelos órgãos estaduais de meio ambiente e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da autorização dos empreendimentos hidrelétricos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel); a realização de estudos que avaliem os impactos conjuntos causados pelo 126 empreendimentos, e o cumprimento à Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) nº 01/86, que prevê a análise integrada de impactos de empreendimentos dessa natureza.

Consta, ainda, que seja observado "o respeito aos meios e modos de vida dos povos e comunidades tradicionais e o uso dos seus territórios na Bacia do Alto Paraguai, deixando os rios livres de barragens e outros empreendimentos" além da integração dos Ministérios Públicos dos países vizinhos, possibilitando, inclusive, a responsabilização internacional de agentes causadores de degradação ambiental na BAP e Bacia do Paraguai".

Durante todo o dia, membros do MPE, Ministério Público Federal (MPF), especialistas, representantes de diversas entidades e população em geral discutiram o assunto. Foram parceiros do evento a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Câmara de Vereadores, Fórum de Lutas das Entidades de Cáceres (FLEC), Sociedade Fé e Vida e Comitê Popular da Bacia do Rio Paraguai.





Imprimir Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Orkut

IPE
Grafica
Comentários:




TERMOS E CONDIÇÕES DE USO
Nome:
Email:
Endereço:
Comentário:

TopNews - Aqui você tem mais conteúdo!, Todos os Direitos Reservados. Copyright 2010 - 2013 - Desenvolvido por: NIVELDIGITAL