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Guaçu Geração de Energia SA envia Nota de Esclarecimento

Data: Sábado, 28/07/2012 00:00
Fonte: Da Assessoria
A Guaçu Geração de Energia SA, vem através de seu representante André Luís Escobar, protocolar resposta a nota colocada em vosso site (www.topnews.com.br) onde consta algumas informações equivocadas
Guaçu Geração de Energia SA envia Nota de Esclarecimento

Em audiência publica antes do licenciamento da Usina o projeto foi enunciado, ainda sem local, uma vez que se trata de uma obra de melhoria que faríamos ao município, de Aripuanã o que me causou estranheza o desconhecimento do assunto.

 

Esta parte do empreendimento,  para a empresa, não trará benefícios técnico ou financeiros, uma vez que serão investido cerca de R$ 2 milhões de reais em uma Subestação e um terreno que será repassado a União. Como dito esta parte do Empreendimento será doado à CEMAT que tem a concessão para administrar a distribuição publica da energia elétrica do Mato Grosso. Ou seja, a Guaçu comprará os terrenos e devolverá os mesmos a população, porém com uma melhoria necessária ao município, e apenas ao município, uma vez que a Guaçu poderia conectar-se diretamente em Dardanellos (Aguas da Pedra) e ter sua energia toda despachada para o Sistema Interligado Nacional economizando tal investimento de R$ 2 milhões.

 

Quando ainda do inicio dos estudos de implantação do projeto no município, a Guaçu viuno sistema atual, que seria no mínimo um desrespeito para com o município e sua população, existir ao lado de seus limites urbanos, uma hidrelétrica de grande porte, 3 pequenas centrais hidrelétricas, agora a Termelétrica Guaçu, e o município sofrer com a falta e qualidade de fornecimento de energia elétrica, o qual passa atualmente.

 

Vejo, por exemplo, a indignação da população em âmbito nacional, onde estou incluído, com a falta de equipamentos em hospitais. Hoje por exemplo, se Aripuanã ganhasse do Estado uma maquina de tomografia, ou qualquer outro equipamento de tecnologia de diagnostico, esses equipamentos, teriam confiabilidade para operar? Obviamente que não, vejo no município, conversando com profissionais da área de odontologia, que gastam quantias significáveis em concerto de seus aparelhos danificados por faltas ou má qualidade de energia fornecida. Obviamente que estes profissionais tem que repassar seus custos a seus clientes, o que acaba encarecendo ainda mais qualquer tratamento dentário e deixando mais pessoas ainda sem acesso aos mesmos.

 

Agora pensamos simplesmente. Se com equipamentos dentários já ocorrem estes danos. Imaginem estas maquinas de diagnósticos  médicos de tecnologia, que são ultra sensíveis a qualidade e continuidade do fornecimento de energia. Com as condições atuais mesmo que o município se dispusesse de tais equipamentos ocorreria o que acontece em todo território nacional. Maquinas caríssimas paradas por falta de verba para manutenção, uma vez que estas demandam especialistas e peças caríssimas.

 

Um outro ponto de visão seria caso uma indústria viesse se instalar no município.  Uma baixa qualidade e confiabilidade no fornecimento de energia pode afastar industrias que necessitam desta, além da disponibilidade que hoje se encontra se muito baixa.

 

Sendo assim, pensando no emprego de nossos filhos e netos, e mais profundamente em outras áreas de infra estrutura, dos quais todos nós gozaremos e são fundamentais para uma qualidade de vida que merecemos,  a Guaçu resolveu entregar  ao município uma obra como esta.

 

No entanto, vi pela nota e ainda alguns comentários em vosso site que não condizem com a realidade do Empreendimento.

 

Foram citados de que já estaríamos trabalhando no terreno e alegando que estaríamos causando danos ao meio ambiente, o que não é verdade. Não realizamos qualquer obra fora de nossas instalação na Rua Amauri Furquin.

 

Afirmamos e garantimos também, que não esta nada acertado entre a empresa e qualquer autarquia Politica do Município. Sempre fomos transparentes e íntegros neste ponto. Informamos que o projeto foi protocolado no município a dois meses, seguindo todos os passos necessários e legais para a aprovação do mesmo. O que não poderia dizer que o mesmo ocorria em bastidores sem que qualquer vereador ou cidadão pudesse ter acesso.

 

Ainda com relação as imagem e a nota de que la seria um local de repouso de pássaros por exemplo, não condiz que o retrato atual. A seguir você pode ver imagens tiradas dos terrenos vizinhos a realidade do local.

 

 

Como pode se ver nas imagens, o que enxergamos neste local é uma área sem utilização, sem qualquer função turística e sem utilidade ou habitat da fauna. O que é real é que indivíduos de má fé utilizam desta área como bota fora ou mesmo ”lixão”, e que os animais que ali habitam são pragas e insetos peçonhentos que traz rico a saúde publica de qualquer inocente criança, ou qualquer outro cidadão, que possa ir nesta área.

 

Com relação a emissão de campos magnéticos, informamos com toda convecção e segurança que inúmeros estudos, como este Americano que coloco em anexo a esta carta, provam que estes não são danosos, e ainda, por ser uma subestação em 34,5KV, quase 8 vezes menos que por exemplo a da Dardanellos (230KV), garante que a mesma não causara qualquer dano aos seus arredores. Essa é a mesma tensão de diversas linhas que passam pelas ruas do nosso município hoje e em quase todos municípios do Brasil e demais países do Mundo. Essa alegação seria como dizer que estas linhas provocassem tais danos, uma vez que sua tensão é a mesma e assim teria a mesma emissão magnética, dai nenhuma necessidade de estudo de impacto se faz necessária. Como sugestão visitar:

http://users.rcn.com/jkimball.ma.ultranet/BiologyPages/M/MagneticFields.html.

 

A escolha do local foi feita de forma minuciosa, tanto tecnicamente, quanto ambientalmente e socialmente. Este tipo de subestação, é distribuidora, ou seja sua função é distribuir a energia, obviamente que estas devem estar perto de seu centro de consumo. Diferente da Subestação por exemplo, de Juína e da Hidrelétrica Dardanellos, que são respectivamente elevadoras e rebaixadoras. Sendo que a primeira serve para trazer energia de longas distancias e rebaixar para que seja entrega com segurança a Subestação da distribuidora e a Segunda serve para enviar energia por longas distancias. Esses tipos concordaria plenamente em não colocar dentro de áreas urbanas. No entanto, a nossa subestação são típicas de áreas urbanas e desenvolvidas para ficar perto de seus centro de cargas.

 

Se observarem no local, observem que a linha de 13,8KV que vem da Faxinal I e II, e que junta-se com a CGH Aripuanã para então alimentar toda a Cidade, passa em frente da nova subestação. Ou seja, a mesma foi concebida exatamente na linha mestre do município, o que favorece seu acesso.

 

Por fim informo que o nível do risco de qualquer explosão e/ou incêndio que possa vir afetar a segurança de qualquer moradia é zero, uma vez que a potencia do transformador necessário para a mesma e o sistema de prevenção e combate a incêndio a ser instalado, garante a segurança dos moradores locais ou cidadãos que por ali circularem.

 

A Guaçu desde quando foi criada vem trabalhando com transparência, integridade, e responsabilidade social e ambiental, tendo sido elogiado pela SEMA em sua ultima vistoria, devido cumprimento de todas exigências sociais e ambientais solicitadas.

 

Pedimos a gentileza, da publicação desta nota em vossa site, de forma a garantir a população as verdadeiras informações e a realidade da situação.

 

Muito respeitosamente:

 

André Luis Escobar

Guaçu Geração de Energia S/A