Fonte: Showdenoticias
Renê Pereira da Silva, de 31 anos, mais conhecido como Brighitt, alcunha que adotou após assumir a homossexualidade, teve a prisão temporária decretada pela justiça na última semana, junto com Ademir Soares de Lima, 34 anos, a amante dele, Mab Maria do Nascimento, 51 anos.
Os três são acusados pela polícia e foram indiciados pelo assassinato da senhora Rosemary Cristina Rodrigues, cujo corpo foi encontrado jogado à margem de uma estrada nas proximidades da comunidade Esperancinha, na região do Pé de Galinha, no dia 27 de outubro. A mulher foi morta por traumatismo craniano, causado por uma pancada cabeça.

Ademir é viúvo de Rosemary, Mab é suposta amante dele e Renê amigos de ambos.
Em entrevista à Rádio Difusora Juara, Site Show de Notícias e TV Juara, em 11 de novembro de 2009, Brighitt declarou que não tem nada a ver com o assassinato da senhora Rosemary Cristina Rodrigues, confirmou que foi apontado com um dos suspeitos de envolvimento no assassinato, que já havia sido ouvido duas vezes pelo delegado José Carlos, mas que não tem nada a esconder, que o povo conhece sua vida, sabe quem ele é e que espera que o caso seja solucionado o mais breve possível e que está à disposição da justiça.
O homossexual disse que estava em Tabaporã no dia que o crime aconteceu e que o delegado já confirmou o seu álibi, mas que, por ser homossexual, as pessoas acham que é culpado e julgam pela capa não pelo conteúdo da pessoa.
“Sou uma pessoa conhecida, tenho uma credibilidade na cidade e estou a disposição da justiça”. Finalizou Renê.
Renê disse que a conheceu a vitima em uma oportunidade que ela participou de um evento e quando foi à sua residência contratar a banda do seu marido, para animar um baile que pretendia promover, apenas isso, que foi bem tratada por ela, que, inclusive, lhe serviu um cafezinho.
Porém, com a prisão temporária decretada, Renê ou Brighitt, está sendo procurado pela polícia. O delegado Carlos Eduardo dos Santos Muniz, declarou ao Show de Notícias/Rádio Difusora Juara na manhã dessa segunda-feira, que foram feitas diligencias para localizá-lo, sem sucesso por enquanto.
“Quem não deve nada e não tem nada a temer não precisa se esconder da justiça, porem, nós temos subsídios suficientes para afirmar que eles tiveram participação no crime”. Declarou o delegado.
O delegado ainda não ouviu os indiciados depois da prisão, por isso não pode dizer qual o grau de participação de cada um no caso, no entanto, disse que os depoimentos de ambos na faze preliminar do processo, foram muito controversos, e que agora, com eles presos, terá mais condições de concluir o inquérito.