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Cunhado mata sargento da PM no portão de casa em Peixoto

Data: Quarta-feira, 23/02/2011 00:00
Cunhado mata sargento da PM no portão de casa em Peixoto

José Carlos Dias de Peixoto de Azevedo

O sargento Santos Neto, da Polícia Militar,  chegava a sua residência, no bairro centro antigo de Peixoto de Azevedo, quando foi surpreendido pelo cunhado. De posse de um revolver, o homem atirou contra o oficial, descarregando toda a munição. Depois municiou novamente a arma e efetuou mais alguns disparos.  No total sete tiros atingiram o policial, sendo três na cabeça, dois no ombro, um no braço e outro na mão.

Santos Neto estava trabalhando atualmente na cidade de Sinop  e teria vindo para casa, em seu momento de folga. Ele foi surpreendido pelo seu cunhado, identificado como  Carlos Oliveira Rodrigues. O  PM estava ainda dentro de seu veiculo, no portão da própria casa,  quando foi alvejado. Ele morreu sem tempo de reagir.

O tenente-coronel Jabes Lira confirmou que foram motivos particulares que motivou o assassinato, descartando qualquer hipótese de ligação do crime ao trabalho do militar. Após ter cometido o homicídio o suspeito saiu em fuga em uma motocicleta. Marcos estava trajando uma camiseta listrada e um boné.

A PM esteve no local juntamente com a Policia Civil foi confeccionado o boletim de ocorrência e as investigações seguem paralelamente. Até o momento o suspeito ainda não foi localizado.

O coronel Nerci Adriano Denardi, da Regional de Sinop, disse que uma equipe de foi enviada para o município e ajuda nas investigações para localizar o criminoso. "Com certeza nas próximas horas estaremos prendendo ele" - afirmou o coronel.

Em 2009 ocorreu um arrombamento na agência do Banco do Brasil em Matupá e os indícios apontaram para o envolvimento do Sargento Santos Neto como um dos articuladores do crime. Pertences dele foram localizados e identificados, posteriormente ele foi afastado temporariamente das funções de policial, mas conseguiu junto à instituição o direito de voltar a atuar como militar mesmo durante as investigações. Atualmente o militar trabalhava na corporação da cidade de Sinop, apesar de continuar residindo em Peixoto.