A candidata a deputada federal Amália Barros (PL), disse no Cast do Bom na terça-feira (26) nos estúdios do site O Bom da Notícia, como foi ‘mágico ‘ o primeiro encontro dela com a primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Amália a encontrou para uma conversa de 15 minutos que virou uma hora e assim nasceu uma linda amizade.
A história de Amália Barros inspirou a Lei 14.126/2021 que classifica a visão monocular como deficiência sensorial. Aliás, lei que ficou conhecida como Lei Amália Barros. Sua luta assegurou a pessoa com visão monocular os mesmos direitos e benefícios previstos na legislação para a pessoa com deficiência. Aliás, foi justamente a Lei que deu a chance de Amália conhecer a primeira-dama, quando batia de porta em porta, na luta pela aprovação da proposta.
“Eu a conheci quando a Lei estava para ser votada, quando eu batia de porta em porta. Era para ser uma uma conversa de 15 minutos mais foi mais de uma hora e terminando com ela com a mão na minha barriga, orando, porque meu maior sonho é ser mãe, e eu acredito que ainda vou conseguir. E depois eu chego em casa e vi que ela estava me segundo no Instagram, ela me mandou uma mensagem e logo me convidou para jantar na sua casa”, disse.
Após perder um rim e um olho, a jornalista abriu um instituto social, ajudou milhares de pessoas, deu o nome a uma lei e lançou o livro 'Se Enxerga', onde ela conta a emocionante trajetória de vida. Revelando que dormiu enxergando e acordou cega, literalmente. Por conta de uma infecção chamada toxoplasmose. E chegou a fazer 12 cirurgias no intuito de recuperar a visão, mas não teve sucesso.
Em 2016, a jornalista precisou retirar o globo ocular e colocar uma prótese, em 2021, fundou o Instituto Amália Barros para realização de campanhas de doação de prótese ocular e lente escleral à pessoas carentes, além de prestar informação e assistência aos monoculares. O Instituto já atendeu e devolveu a autoestima para mais de 80 pessoas de todas as regiões do Brasil.