A famosa chuva de meteoros Perseidas, uma das mais conhecidas e aguardadas do ano, deve atingir seu pico de atividade entre a noite desta terça-feira (12) e a madrugada de quarta (13).
O fenômeno será mais visível para quem está na região Norte do Brasil, mas o brilho da Lua quase cheia deve reduzir a quantidade de meteoros perceptíveis, favorecendo a observação dos mais brilhantes.
As Perseidas acontecem todos os anos, quando a Terra cruza uma nuvem de fragmentos deixada pelo cometa Swift-Tuttle.
Ao entrar na atmosfera em alta velocidade, essas partículas se incendeiam e formam riscos luminosos no céu, conhecidos popularmente como “estrelas cadentes”.
Segundo o Observatório Nacional (ON), a chuva pode ser vista de meados de julho até o fim de agosto, mas o seu auge ocorre agora.
Já no Hemisfério Norte, em condições ideais, é possível ver de 50 a 75 meteoros por hora. No Brasil, a visualização é mais restrita.
????MELHOR HORÁRIO? Ainda segundo o ON, não há um horário exato para o pico. A melhor chance de observação é durante a madrugada, a partir das 3h.
Porém, quanto mais ao Sul, mais tarde os meteoros serão visíveis, e o brilho da Lua pode atrapalhar.
Para tentar observar fenômeno, contudo, é importante procurar um local escuro e afastado de grandes cidades, longe da poluição luminosa.
O que é um eclipse?
Abaixo, veja outros eventos astronômicos do ano que já aconteceram e que ainda vão acontecer:
As chuvas de meteoros são fenômenos regulares. Na imagem, é possível ver o céu noturno perto das colinas próximas ao Pico O'Leary, no Arizona, Estados Unidos. Ao centro, um brilhante meteoro cruza o céu. — Foto: Domínio Público/Wikimedia
Ao todo, teremos 12 chuvas de meteoro relevantes, segundo o Observatório Real de Greenwich:
A superlua se põe ao lado da cúpula de São Pedro, em Roma (Itália), em 15 de novembro de 2024. — Foto: REUTERS/Remo Casilli
Teremos três superluas em 2025:
A "superlua" ocorre na lua cheia perto do perigeu (quando ela está mais próxima da Terra), o que resulta em uma lua cheia ligeiramente maior e mais brilhante do que as demais.
Esse período é chamado de perigeu porque o nosso satélite natural aparece no céu cerca de 14% maior e 30% mais brilhante do que no apogeu (microlua) – quando está mais distante.
Os cometas são grandes objetos feitos de poeira e gelo que orbitam o Sol. Neste ano, os destaques de observação ficam com os seguintes astros: